Entidades esportivas, autoridades e imprensa internacional repercutem a morte de Oscar Schmidt
Entidades esportivas, clubes, atletas, autoridades e a imprensa internacional repercutiram a morte de Oscar Schmidt nesta sexta-feira.
A Confederação Brasileira de Basquete manifestou respeito e gratidão pelo que o atleta representou dentro e fora das quadras.
O Comitê Olímpico do Brasil lamentou a morte de Oscar e o classificou como "um dos maiores nomes da história do basquete" e "uma lenda do Movimento Olímpico do Brasil".
A NBB disse que o Mão Santa marcou gerações e escreveu o nome dele na história do esporte.
Diversos clubes brasileiros prestaram homenagens. Entre eles, o Palmeiras — onde Oscar Schmidt estreou, aos 17 anos. O Corinthians e o Flamengo — por onde o atleta passou durante a carreira — também fizeram publicações nas redes sociais que destacam a trajetória do jogador.
A página da NBA no Brasil destacou o momento na carreira de Oscar em que ele foi selecionado para disputar a competição, mas decidiu continuar defendendo a Seleção Brasileira, em 1984. O perfil chamou o atleta de 'lenda eterna do basquete brasileiro'.
A ex-jogadora Magic Paula, segunda maior pontuadora da seleção feminina de basquete, contou em entrevista à CBN o que diferenciava Oscar dos demais:
"Saiu um pouco da curva, porque ele era um atleta que talvez não fosse o melhor físico, talvez não fosse o mais habilidoso, mas era o mais certeiro. E foi um cara predestinado, ele era insistente, ele era disciplinado, e pra mim foi o maior iniciador do basquete brasileiro, reverenciado fora do nosso país, reverenciado pelos gringos."
O jornal argentino Clarín classificou o brasileiro como 'uma das maiores lendas do esporte'. A reportagem também destacou atuações nos Jogos Olímpicos e relembrou partidas históricas, especialmente a conquista da medalha de ouro nos jogos Pan-Americanos de 1987.
A agência de notícias americana Associated Press afirmou que o Mão Santa se tornou um dos jogadores mais queridos do país.
O jornal The Washington Post destacou a trajetória internacional do atleta e o impacto dele na história do basquete, com marcas que estão entre as principais dos Jogos Olímpicos.
Veículos da Itália relembraram a passagem de Oscar Schmidt pelo basquete do país, onde se tornou ídolo.
Autoridades também se manifestaram sobre a morte, entre elas, o presidente Lula.
Ele afirmou que Oscar foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção, além de prestar condolências à família.
O governo brasileiro decretou luto de três dias.
