Enfermeira é condenada após fazer sexo com paciente e depois acusá-lo de 'agressão sexual'

 

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Uma enfermeira foi condenada na última sexta-feira (27/2) após ter relações sexuais repetidas vezes com um paciente do programa de tratamento para dependentes químicos e depois alegar falsamente que ele a havia "agredido sexualmente".

O caso aconteceu em 2022 quando Melissa Knutson trabalhava no Tribunal de Drogas do Condado de Monroe (Wisconsin, EUA). A enfermeira terá que cumprir um ano e meio de prisão.

Quando a polícia foi alertada sobre o comportamento de Melissa, a enfermeira inicialmente acusou o paciente de agressão sexual, disseram os promotores.

A enfermeira era responsável, entre outras atividades, por administrar o medicamento para dependência química Vivitrol ao paciente, cuja identidade não foi revelada.

Ao ser confrontado sobre a acusação de "agressão sexual", o paciente preferiu ficar em silêncio porque temia que ele prejudicasse a enfermeira ou prejudicasse a sua família.

Com o avanço das investigações e análise de celulares, descobriu-se que Melissa havia iniciado o relacionamento — e que ela jurou negar tudo caso fossem descobertos, de acordo com os promotores, citados pelo "NY Post".

Mais tarde, ela admitiu ter mentido sobre a agressão numa tentativa de evitar as consequências profissionais e criminais do seu relacionamento com o paciente.

"O dano causado pela Sra. Melissa Knutson foi profundo e significativo. Ela não apenas violou a confiança sagrada entre paciente e enfermeira, como também agravou a situação ao acusar falsamente a paciente de agressão sexual", afirmou o promotor distrital Kevin Croninger em comunicado. "Essa situação é particularmente grave, visto que a paciente em questão participava de um programa de reabilitação para dependentes químicos", completou.