Um empresário chinês encontrou uma forma incomum de transformar um gesto cotidiano em negócio: cobrar para que clientes tenham as costas e outras partes do corpo coçadas. Aos 32 anos, Zhang Xiaochao administra dois estabelecimentos especializados no serviço em Shenzhen, no sul da China. Veja: Moeda rara do século XVIII encontrada dentro de lata de caramelo Confira: Homem admite ter roubado vaso de ouro de R$ 30 milhões de casa onde nasceu Winston Churchill Batizados de Suma, os espaços funcionam de maneira semelhante a um salão de massagem. O cliente se deita em uma maca, de bruços, e funcionários usam unhas artificiais longas e pontiagudas para fazer os movimentos na região indicada.
A sessão custa cerca de R$ 215. A proposta é voltada principalmente ao relaxamento e à melhora da qualidade do sono. Como surgiu a ideia A inspiração veio de um vídeo visto por Zhang nas redes sociais. Nas imagens, uma mulher fazia carinho e coçava as costas do marido. Nos comentários, usuários diziam que pagariam para receber o mesmo tipo de atenção. A cena também despertou uma lembrança da infância do empresário, que conta ter adormecido muitas vezes enquanto o pai coçava suas costas. A partir daí, decidiu transformar o gesto em serviço. Como não encontrou um negócio semelhante que pudesse usar como referência, passou a desenvolver as próprias técnicas para realizar os movimentos. V O primeiro estabelecimento foi aberto em maio, no distrito de Bao'an, em Shenzhen. Cerca de um mês depois, Zhang inaugurou uma segunda unidade, desta vez no distrito de Futian. Juntos, os dois endereços faturam aproximadamente R$ 72 mil por mês.
A clientela é formada majoritariamente por homens, que representam cerca de 70% dos frequentadores. As mulheres correspondem aos outros 30%.
O Globo