O estado de emergência econômica declarado na noite de quarta-feira na Colômbia deve dar margem de manobra ao recém-empossado presidente Abelardo De La Espriella para implementar medidas sem a necessidade de aprovação do Congresso, onde não possui maioria.
A prerrogativa, porém, limita-se a ações destinadas a enfrentar a crise provocada pelo terremoto e não permite a adoção de reformas estruturais ou de longo prazo — prometidas pelo político direitistas durante sua vitoriosa campanha eleitoral.
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