Embaixador francês é investigado após convidar pelo menos 30 mulheres para residências oficiais - QTU Questões do Universo

Embaixador francês é investigado após convidar pelo menos 30 mulheres para residências oficiais

Fonte: Bandeira da fonte

O embaixador francês na República Centro-Africana, Bruno Foucher, está sendo investigado após supostamente convidar cerca de 30 mulheres para residências oficiais num “flagrante desrespeito aos protocolos de segurança”.
Anvisa proíbe 12 produtos de limpeza fabricados e vendidos sem autorização
Famosa 'caçadora de fantasmas' morre em acidente de carro após destruir imagem religiosa
Mulher de Hugo Moura, ex de Deborah Secco, mostra momentos com filha do ex-casal; veja
Segundo o jornal Le Canard Enchainé, Foucher convidou cerca de trinta jovens mulheres — com idades entre 20 e 30 anos — para seus apartamentos privados.
Algumas, inclusive, pernoitavam nos imóveis.
Agentes do Grupo de Intervenção da Gendarmaria Nacional (GIGN), unidade tática da Gendarmaria — espécie de força policial francesa — foram enviados ao enclave diplomático, onde, ao examinar registros de entrada e saída, identificaram até quinze “visitantes” por mês, especialmente nos fins de semana.
Questionado, Foucher afirmou que uma das mulheres possuía uma “família barulhenta”.
Outras seriam alunas, que eram recebidas por ele para ajudá-las nos estudos.
No caso de uma mulher chamada “Gypsie”, o embaixador chegou a financiar seus estudos de enfermagem.
Ele admitiu ter tido relações sexuais com pelo menos duas das mulheres que visitaram o apartamento oficial.
Foucher, que estava lotado em Bangui há três anos, teve sua demissão solicitada pelo Ministério das Relações Exteriores, que justificou afirmando que: “seu comportamento inadequado teve sérias consequências para a segurança e a reputação, além de ser prejudicial aos interesses franceses”.
Segundo o jornal, o grupo russo paramilitar Wagner teria uma forte presença no país, sendo até responsável pela segurança do presidente, Faustin-Archange Touadéra.

Um porta-voz do Ministério afirmou que, por iniciativa do ministério, foi realizada uma investigação administrativa em Bangui em 2026.
“Após receber as conclusões da missão e a pedido do Ministro das Relações Exteriores, o Ministério iniciou um processo disciplinar contra o Embaixador.
Este processo está em andamento”, afirmou.