Em ‘Três Graças’, Lucélia tem final trágico: ‘Precisava de um freio’, diz Daphne Bozaski

 

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Depois de viver mocinhas queridas do público como a Benê de “Malhação: Viva a diferença” (2017) e a Lupita de “Família é tudo” (2024), Daphne Bozaski explorou um lado mais sombrio na pele da Lucélia de “Três Graças”. Na trama, que termina nesta sexta-feira (15), a vilã terá um desfecho trágico: será atropelada por Arminda (Grazi Massafera) e morrerá.

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A atriz Daphne Bozaski se despeda da novela 'Três Graças'

Carmen Campos/Divulgação

Em conversa exclusiva com a coluna, Daphne conta que aprovou o destino da personagem. “Não teria como ser diferente. Lucélia matou os pais, passou por cima de todos para chegar ao poder e ter dinheiro. Precisava de um freio. Adorei como a trama dela caminhou até o final da novela. Me surpreendeu a cada bloco de texto que chegava”.

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Vandilson (Vinícius Teixeira) e Lucélia (Daphne Bozaski) em "Três Graças"

Beatriz Damy/Rede Globo

A atriz afirma que se divertiu com a reviravolta de Lucélia, que se tornou chefe do tráfico na comunidade da Chacrinha. “Eu amei! Fazer vilã tem esse gostinho de movimentar a trama. Fui muito feliz com essa virada. Foi desafiador viver a intensidade da personagem, mas foi muito bom enquanto atriz trabalhar esses lados sombrios, bem diferente de tudo que fiz até hoje”.

Daphne Bozaski é a vilã Lucélia em ‘Três Graças’

Carmen Campos/Divulgação

Depois de passar boa parte da história no núcleo da galeria, Lucélia ganhou mais espaço ao mergulhar de vez no mundo do crime. “Na reta final, contracenei com atores com quem até então não tinha cruzado, como Murilo Benício, Grazi Massafera e Fernanda Vasconcellos. Foi um projeto de tantos encontros bonitos. Preciso deixar minha gratidão principalmente ao Vinicius Teixeira (o Vandílson), meu bandivo, que abraçou Daphne e Lucélia até o último minuto”, destaca a atriz, que voltará a contracenar com Gabriela Medvedovsky, a Juquinha, na peça “Pergunte alguma coisa”, que estreia em agosto, em São Paulo. O espetáculo deve chegar ao Rio em 2027. “A amizade vai ganhar os palcos”, avisa.

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