Em seu afã de ‘bondades’ eleitoreiras, governo deixará herança funesta

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

À medida que se avoluma a lista de “bondades” eleitoreiras do governo, os economistas tentam quantificar seu efeito. Independentemente da metodologia adotada, uma constatação tem sido unânime: o agravamento da crise fiscal é preocupante. A estimativa mais recente vem de um estudo do economista Alexandre Manoel, da consultoria Global Intelligence and Analytics. Do início de abril ao fim de junho, as “bondades” concedidas por meio de linhas de crédito subsidiadas ou pagamentos que deixarão pendências para o futuro somaram 4,5% do PIB, ou R$ 150 bilhões. No primeiro trimestre, o total era menos da metade disso, ou 2,19%. Comparada ao ciclo eleitoral de 2022, a situação sofreu deterioração de 5,3 pontos percentuais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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