Em São Januário, Flávio Bolsonaro brinca com Neymar no vestiário:

Em São Januário, Flávio Bolsonaro brinca com Neymar no vestiário: 'O combinado é ele fazer um gol e Vasco, dois ou três'

Fonte: Bandeira da fonte

Candidato a presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro marca presença em São Januário neste domingo para assistir ao jogo entre Vasco e Santos, válido pela 23ª rodada do Brasileirão.
Instantes antes de a bola rolar, o político revelou que foi aos vestiários do estádio encontrar o craque do clube paulista.
Segundo o blog do Diogo Dantas, o candidato teria conversado sobre a ida com o atacante, que está confirmado como titular para a partida.
— Eu sou vascaíno.
O Douglas (Ruas), que é nosso candidato a governo (do Rio de Janeiro), também é vascaíno.
Demos um abraço no Neymar no vestiário.
E aí o combinado foi o seguinte: o Neymar mete um golzinho, mas o Vasco mete dois ou três — brincou Flávio Bolsonaro em entrevista ao GLOBO.
Além disso, o político, que torce para o Vasco, também se encontrou com Pedrinho, mandatário do cruz-maltino.
Eles se abraçaram em São Januário.
Flávio Bolsonaro encontra Pedrinho antes de jogo entre Vasco e Santos
Arthur Falcão
Nesta semana, o Vasco se antecipou à campanha eleitoral e informou aos candidatos que o estádio estaria aberto para visitas.
O clube, no entanto, orientou seus funcionários a manter uma postura de imparcialidade.
Disputa com Lula
Os principais candidatos à Presidência do Brasil iniciaram a campanha oficialmente neste domingo.
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio é o principal oponente do atual governante do país, Lula.
Antes de ir a São Januário, ele esteve em um evento na Praia de Copacabana.
— Eu só trato do momento.
Estou sentindo na rua que o povo quer mudança, e a mudança é com a gente aqui.
O povo não aguenta e não suporta mais o PT.
Eu tenho a convicção de que a gente tem as melhores propostas.
Com passar do tempo, vão me conhecendo melhor, vendo que o Brasil tem futuro e um caminho para a gente.
O Brasil vai vencer.
O que o Lula entregou aí...
ele vendeu esperança e a esperança virou medo.
A decepção que grande parte do povo brasileiro tem com ele é irreversível.
O Brasil quer mudança — declarou Flávio.