Em reunião entre Xi e Trump, China buscará obter estabilidade, mas crise energética pode ser ponto crítico, diz especialista

 

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Depois do presidente Lula, agora será a vez do líder chinês, Xi Jinping, abrir uma frente de diálogo de alto nível com Donald Trump. O encontro dos chefes das duas maiores potências globais - principais polos da guerra tarifária que se abateu sobre o mundo - está marcado para a próxima quinta e sexta-feira, em Pequim. A reunião acontecerá cerca de duas semanas depois de o Ministério do Comércio chinês orientar as companhias do país a não acatarem as sanções americanas contra refinarias privadas vinculadas ao comércio de petróleo do Irã. Apesar da medida, a China não quer escalar o conflito com os Estados Unidos e prova disso seria o esforço para realizar o encontro entre os dois presidentes, diz Larissa Wachholz, sócia da Vallya Participações e coordenadora do Programa Ásia e do Grupo de Análise da China do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri). A especialista explica que o conflito no Golfo Pérsico ameaça um dos pilares da estabilidade social chinesa: a segurança energética. Afinal, cerca de 13% do petróleo importado pela China vem do Irã. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.