Em prosa e poesia, brasileiros em Portugal abordam xenofobia, estereótipos, irracionalidade da burocracia e disputas pela língua

 

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O recifense Álvaro Filho trabalha há anos num jornal lisboeta e seus textos já ganharam prêmios em Portugal, mas às vezes ele ainda escuta, de pessoas cultas, poliglotas e progressistas, que não fala português, “mas um idioma muito semelhante, um parente próximo chamado brasileiro”. A crônica “Eu não falo português” empresta seu nome à antologia que ele publicou no ano passado. Outro texto descreve a “buro-xenofobia” lusitana, “a teia de papéis, assinaturas e carimbos” cujo objetivo não é regularizar a situação dos imigrantes, mas sim o contrário. Álvaro também é autor de “Mau selvagem”, romance policial protagonizado por um imigrante brasileiro que não aceitava desaforo. Os dois livros saíram pela Urutau, editora que atua dos dois lados do Atlântico. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.