Em uma manhã ensolarada e fria no Harlem, no cruzamento da Morningside Avenue com a Manhattan Avenue, uma equipe tática da guerra interminável de Nova York contra os ratos se reuniu ao redor de uma árvore, pronta para matar. Os integrantes da equipe — funcionários municipais com coletes refletivos — olharam para o canteiro da árvore, onde uma embalagem de sanduíche havia sido arrastada até a metade de um dos vários buracos grandes. Havia montículos de terra, um sinal da existência de túneis subterrâneos: tocas de ratos. Os trabalhadores colocaram luvas. Um deles bateu algumas vezes em um monte de terra com a ponta do cabo de um ancinho, e o solo se moveu. O rato era gordo, mas veloz. Num instante, disparou pela calçada e desapareceu sob um portão de metal entre dois prédios residenciais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Em guerra interminável contra ratos, Nova York recorre a máquina exterminadora
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O Globo
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