Em crise na esteira do Master, Fictor fez operações com lastro em produção de grãos que não são reguladas

 

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Antes de entrar com um pedido de recuperação judicial, protocolado em 2 de fevereiro, o grupo Fictor — que apresentou uma proposta de compra do Banco Master um dia antes de sua liquidação, em 18 de novembro — utilizou durante meses os chamados contratos de SCP (Sociedade em Conta de Participação) para captar investidores, que agora figuram entre os últimos da fila para tentar reaver recursos no processo judicial. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.