Eleições nos Estados Unidos acontecem na próxima terça-feira (3) renova toda a Câmara, parte do Senado e governos estaduais, influenciando a força de Trump As eleições de meio de mandato, conhecidas como midterms, acontecem na próxima terça-feira (3) e são um dos principais eventos do calendário político dos Estados Unidos.
Diferentemente da eleição para presidente, o pleito serve para renovar o Congresso e escolher governadores e outras autoridades estaduais, podendo alterar o equilíbrio de forças na Casa Branca e influenciar diretamente a capacidade do presidente de aprovar projetos. As eleições acontecem a cada dois anos, e quando ocorrem no meio do mandato de quatro anos do presidente, são chamadas de midterms.
Nelas, os eleitores votam para renovar toda a Câmara dos Representantes, composta por 435 deputados federais, além de aproximadamente um terço das 100 cadeiras do Senado. Também são escolhidos governadores em parte dos estados, além de parlamentares estaduais e outros cargos locais, conforme as regras de cada unidade da federação.
A Câmara dos Representantes tem mandato de dois anos. Por isso, todos os 435 assentos são disputados em cada eleição.
Já no Senado, o mandato é de seis anos. Para garantir continuidade à Casa, as eleições são escalonadas: cerca de um terço das cadeiras é renovado a cada dois anos, enquanto os demais senadores permanecem em seus cargos.
Os Estados Unidos não possuem uma autoridade eleitoral nacional responsável por organizar as eleições, como o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no Brasil. Cada estado estabelece suas próprias regras para registro de eleitores, votação antecipada, votação pelo correio e apuração dos votos, dentro dos limites definidos pela Constituição e pela legislação federal.
Essa descentralização faz com que os procedimentos eleitorais variem de um estado para outro, inclusive em relação aos prazos e às formas de votação. Ao contrário da eleição presidencial, as midterms não escolhem o presidente da República.
O ocupante da Casa Branca permanece no cargo até o fim do mandato de quatro anos. Mesmo assim, o resultado costuma ser interpretado como um teste de popularidade do governo em exercício.
Nas eleições de 2024, por exemplo, o Partido Republicano conquistou a maioria das cadeiras da Câmara e do Senado, facilitando a aprovação de pautas da legenda. A composição do Congresso tem impacto direto na governabilidade.
Se o partido do presidente perder a maioria na Câmara dos Representantes ou no Senado, a aprovação de projetos de lei tende a se tornar mais difícil. Além da tramitação de propostas legislativas, o Senado exerce funções importantes, como confirmar indicações para a Suprema Corte, cargos do governo e embaixadas, além de participar de julgamentos de processos de impeachment.
Já a Câmara dos Representantes tem competência para iniciar processos de impeachment e aprovar projetos relacionados ao orçamento federal. Edu Demarchi é jornalista em formação, estudante da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), e escreve sobre esportes para o ND Mais, especialmente sobre o cenário esportivo de Florianópolis e Santa Catarina.
Além de produzir conteúdos sobre futebol, basquete, vôlei, automobilismo, natação e outras modalidades, participa de coberturas esportivas e traz os principais assuntos em alta nos campos, quadras e arquibancadas. Apura e escreve matérias voltadas ao leitor que busca informações sobre jogadores, campeonatos, escalações e times do estado, com destaque para Avaí e Figueirense.
Tem experiência em rádio e redação multimídia como locutor e repórter, com cobertura de eventos e notícias institucionais, trazendo um olhar diferenciado sobre o impacto do esporte na sociedade. Leia mais ▾
ND Mais