Eleição no Rio gera cabo de guerra no Supremo
Caro leitor, o formato da eleição que vai definir o próximo governador do Rio gera articulações e divergências no Supremo Tribunal Federal. O caso pode parar nas mãos de Jorge Messias, cuja indicação à Corte avança no Senado após quatro meses de espera. Sua sabatina será em 29 de abril. Leia também sobre os pagamentos do Banco Master a bancas de advocacia, a regulamentação de verbas indenizatórias no Judiciário e os debates políticos sobre o antissemitismo e a misoginia. Inscreva-se na newsletter Fumus Boni Iuris. Boa leitura!
Eleição no Rio gera cabo de guerra no Supremo
O impasse em torno da sucessão no governo do Rio é tema de intensas articulações entre ministros do Supremo Tribunal Federal. Enquanto um grupo vota por um pleito indireto, outro defende a participação popular. As duas alas na Corte travaram um embate público em plenário na quinta-feira. Nos bastidores, há movimentos para atrasar a definição do caso até que se torne inviável fazer eleições suplementares antes da data da eleição geral, em outubro
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O advogado-geral da União, Jorge Messias
Brenno Carvalho/Agência O Globo
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A mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, na reabertura das atividades do Judiciário no dia 2 de fevereiro
Brenno Carvalho/O Globo.
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Fachada do prédio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
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