Rosana Ferreira, de 39 anos, conta que encontrou na atividade física uma maneira inusitada de atravessar um período de celibato sexual.
Primeira vencedora do Miss Bumbum Brasil, a influenciadora, que atualmente mora em Madri, decidiu se afastar de relacionamentos por um tempo para reorganizar a rotina, rever hábitos e entender melhor a própria relação com a vida afetiva.
Foi nesse processo que os treinos com corda ganharam espaço no dia a dia.
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A decisão de ficar sem relações surgiu depois que Rosana percebeu que encontros e envolvimentos amorosos estavam ocupando mais espaço do que gostaria.
Mais do que interromper a vida sexual, ela queria usar o período para se voltar para si e compreender o que estava por trás da necessidade de estar constantemente acompanhada.
"Eu queria um tempo para mim, organizar a cabeça e entender por que sentia que precisava estar sempre envolvida com alguém.
O celibato me ajudou a ficar mais sozinha e a olhar para isso de outra forma", afirma.
Rosana Ferreira revela estratégia que usava para lidar com o desejo durante período de celibato
Divulgação | CO Assessoria
A atividade física entrou como uma espécie de válvula de escape para os momentos em que o desejo sexual se fazia mais presente.
Rosana começou pulando corda por cerca de 20 minutos por dia e, com o tempo, passou a prolongar os treinos.
Em algumas ocasiões, chegou a ficar quase duas horas se exercitando.
"Quando a libido vinha mais forte, eu pegava a corda e começava a pular.
Era uma forma de gastar aquela energia sem sair da decisão que eu tinha tomado.
Depois de um treino longo, eu já estava com a cabeça em outra coisa", conta.
Rosana Ferreira revela como treinos com corda ajudaram durante período de celibato sexual
Divulgação | CO Assessoria
Para ela, no entanto, a experiência foi além de encontrar uma distração para o desejo.
Ao longo daquele período, Rosana passou a enxergar o celibato como um exercício de disciplina e de mudança de comportamento.
A questão, diz, não era deixar de sentir vontade, mas aprender a lidar com o impulso sem necessariamente transformá-lo em ação.
"Eu continuava sentindo desejo, mas aprendi que não precisava agir sobre ele toda vez.
Foi uma forma de entender melhor os meus impulsos e de perceber que eu conseguia sustentar uma escolha que tinha feito por mim", conclui.
Ela decidiu ficar um tempo sem sexo e encontrou uma maneira inusitada de lidar com o desejo
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