'El Tuli': braço-direito de 'El Mencho' também morreu em confronto com militares no México, diz general

 

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O general Ricardo Trevilla Trejo, secretário da Defesa Nacional do México, informou nesta segunda-feira que, após a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, também foi morto Hugo H., apelidado de “El Tuli”. Segundo o militar, ele atuava como operador logístico e financeiro e era o principal homem de confiança do líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG).

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De acordo com Trevilla, “El Tuli” coordenava bloqueios em vias de comunicação, incêndios de veículos e ataques às Forças Armadas, à Guarda Nacional, a instalações governamentais e a estabelecimentos comerciais. Ele também oferecia até 20 mil pesos por cada militar assassinado por integrantes do grupo criminoso.

Em coletiva no Palácio Nacional, o secretário apresentou uma cronologia da operação e afirmou que, com base em informações de inteligência militar, foi identificado que Hugo H. estava em El Grullo.

— Com inteligência militar central também foi obtida informação de que Hugo ‘H’, vulgo ‘El Tuli’, que era o operador logístico, financeiro e principal pessoa de confiança de ‘El Mencho’, encontrava-se em El Grullo, Jalisco — afirmou Trevilla.

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Segundo o general, após a localização do suspeito, foi mobilizada uma unidade aeromóvel de forças especiais da Brigada de Fuzileiros Paraquedistas. Ao ser encontrado, “El Tuli” tentou fugir de carro e abriu fogo contra os militares, que reagiram.

— De lá, ele coordenava bloqueios nas vias de comunicação, incêndios de veículos, ataques a instalações militares, à Guarda Nacional, a estabelecimentos comerciais, a instalações do governo e ainda oferecia 20 mil pesos por cada militar que fosse assassinado por todo o pessoal desse grupo criminoso.

Ainda de acordo com o secretário, no confronto, “El Tuli” morreu. Ao ser encontrado, tentou fugir em um veículo e começou a atacar os militares, que reagiram à agressão.

— E ali faleceu este suposto delinquente — declarou.

Com ele, foram apreendidas duas armas — uma curta e uma longa —, 7 milhões e 200 mil pesos, 965 mil dólares em dinheiro vivo, além de cartuchos, carregadores e o veículo utilizado na tentativa de fuga.

Trevilla informou que todo o material foi encaminhado à Promotoria Especializada em Crimes de Delinquência Organizada da Procuradoria-Geral da República (FGR) para as providências legais.