O Einstein Hospital Israelita informou que foi vítima, em 4 de outubro, de ataque cibernético provocando acesso indevido de parte da base de dados de pacientes.
“Não foram identificadas quaisquer evidências de que os dados tenham sido divulgados ou utilizados de maneira imprópria e ações foram tomadas com o objetivo de reduzir estes riscos. O monitoramento permanece ativo e será mantido de forma contínua”, informou o hospital.
O hospital informou ainda que as plataformas e os sistemas de prontuário eletrônico continuaram operando normalmente.
“O incidente segue em processo de apuração, com o apoio de peritos independentes e consultorias especializadas em segurança da informação e resposta a incidentes cibernéticos. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi devidamente comunicada, em conformidade com a legislação vigente, e o caso também foi formalmente levado à Polícia Federal.”
Os pacientes afetados estão sendo comunicados individualmente por e-mail. Os trabalhos estão, agora, centrados na identificação e na caracterização dos dados acessados, que estão armazenados de forma fragmentada e em bases de informação descentralizadas.
Parte relevante desse volume corresponde a documentos avulsos, muitos deles sem possibilidade de identificação. As informações são de natureza pessoal com registros cadastrais incluindo nome, CPF e/ou data de nascimento e podem conter dados de saúde como prescrições médicas e resultados de exames.
Uma estrutura foi montada para atender e tirar dúvidas dos titulares que tiveram seus dados acessados indevidamente e que estão recebendo a comunicação por e e-mail.
Valor