Após forte crescimento da economia brasileira no início do ano, com os efeitos da safra recorde, do desemprego nas mínimas históricas e dos estímulos fiscais e parafiscais oferecidos pela União e pelos governos estaduais com foco nas eleições, a atividade deve ter sofrido acomodação no 2º trimestre.
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deve desacelerar para uma alta de 0,4% na comparação com o trimestre anterior, segundo a mediana de 62 projeções colhidas pelo Valor junto a instituições financeiras e consultorias.
As estimativas variaram de 0,2% a 0,7%.
No 1º trimestre, o avanço foi de 1,1%.
Na comparação com o 2º trimestre de 2025, o ponto médio das projeções indica alta de 1,8%.
Neste caso, as estimativas foram de piso de 1,2% a teto de 2,4%.
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Economistas preveem forte desaceleração no 2º trimestre
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