A jovem correu para salvar sua vida, mas era tarde demais.
Um pequeno drone russo, semelhante a um aeromodelo, mergulhou do céu no mês passado na cidade de Zaporíjia, no sudeste da Ucrânia.
Enquanto tentava se dirigir a um posto de gasolina, bateu contra uma parede e explodiu em uma chuva de estilhaços, matando Tetiana Bubynets, de 19 anos, estudante universitária, e outras duas pessoas.
Eles estavam entre os milhares de civis ucranianos mortos em ofensivas aéreas da Rússia, mas as circunstâncias de suas mortes tiveram um agravante sombrio.
O drone que os matou era guiado por um sistema experimental de inteligência artificial — e não por um piloto humano — segundo especialistas em drones, comandantes militares ucranianos e a equipe forense que examinou os destroços desse ataque fatal.
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Drone russo guiado inteiramente por IA, e com chip de empresa americana, escolhe sozinho o alvo e mata três civis na Ucrânia
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