O documentário "Musk", que investiga a trajetória e a influência de Elon Musk, teve sua presença nos cinemas reduzida drasticamente apenas duas semanas após a estreia. Dirigido por Alex Gibney e distribuído pela Bleecker Street, o filme passou de 472 cinemas na América do Norte para 63 na sexta-feira (23), uma queda de aproximadamente 87%, segundo o site Box Office Mojo.
A produção estreou em quatro cinemas em 9 de outubro e ampliou sua distribuição no dia 16. No primeiro fim de semana dessa expansão, arrecadou US$ 314,5 mil, uma média de US$ 666 por estabelecimento.
Até sexta-feira, a receita acumulada era de US$ 588,5 mil. Os registros indicam que o documentário continua em cartaz, embora em um circuito menor.
No Brasil, a produção não tem previsão de estreia nos cinemas, tampouco nas plataformas de streaming. Documentário do Elon Musk
Divulgação Com quase quatro horas de duração, "Musk" aborda o poder empresarial e político do bilionário.
O tom crítico do documentário provocou a reação do próprio empresário, que insultou Gibney no X e classificou o filme como uma “peça de ataque” antes mesmo da estreia, segundo a Associated Press. A campanha de divulgação também enfrentou restrições nas redes sociais.
Segundo a AP, anúncios foram inicialmente recusados por YouTube, Meta, TikTok e X. YouTube e Meta reverteram as decisões, atribuídas à classificação do material como conteúdo político.
O TikTok também restabeleceu a conta publicitária da distribuidora após uma suspensão. Em declaração ao Engadget, a plataforma afirmou que a restrição ocorreu por engano.
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