Do treino ao look: como Ana Castela e outras famosas transformaram a roupa de academia em aliada do shape
Do bloquinho pós-Carnaval à rotina disciplinada de treinos, a volta à academia costuma vir acompanhada de uma pergunta silenciosa: o que vestir quando a intenção é levar o exercÃcio a sério sem abrir mão de estilo? Entre tops minimalistas, leggings de cintura alta e macacões ajustados, algumas famosas ajudam a traduzir como moda e performance podem caminhar juntas.
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Ana Castela é um exemplo recente dessa virada de chave. A cantora comemorou nas redes a redução do percentual de gordura corporal, que passou de 20,4% para 17,3% ao longo de cerca de um ano, resultado de treinos mais intensos e alimentação ajustada.
Ana Castela celebrou a redução de gordura corporal após intensificar treinos e ajustar a alimentação, mantendo o estilo fitness que já virou sua marca
Reprodução/ Instagram
No visual, ela costuma optar pela combinação clássica de top e short, ou legging com top, priorizando peças que acompanham o movimento. Recentemente, foi garota-propaganda da DLK Modas, marca especializada em roupas de treino.
Já Agatha Sá faz da academia uma extensão do próprio lifestyle. Adepta da musculação e de uma alimentação equilibrada, ela aposta em conjuntos que evidenciam o shape conquistado com disciplina.
Agatha Sá transforma a academia em parte do lifestyle, apostando em looks que valorizam o shape e viram referência estética nas redes.
Reprodução/ Instagram
Tops e shorts aparecem com frequência, assim como macacões que valorizam a silhueta sem comprometer a mobilidade. Com milhões de seguidores, transforma o treino também em referência estética.
Erika Schneider, sempre conectada à s tendências, leva essa lógica para um território ainda mais hÃbrido. Alterna entre macacões, leggings e conjuntos coordenados, muitas vezes combinando peças fitness a itens do dia a dia. A roupa de treino deixa de ser uniforme exclusivo da academia e passa a integrar produções urbanas, em um movimento que traduz a consolidação do athleisure.
Erika Schneider incorpora o athleisure ao misturar peças fitness com looks urbanos no dia a dia
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Se há um ponto comum entre elas, é a escolha de peças pensadas para oferecer conforto e estabilidade. Modelagens ajustadas, tecidos leves e estruturas que acompanham o corpo reduzem distrações e ampliam a liberdade de movimento. Para quem corre, agacha ou salta, um short que limita ou um tecido pesado pode comprometer não só a estética, mas a execução correta dos exercÃcios.
Há ainda um componente menos visÃvel, porém decisivo: o psicológico. Estudos indicam que a forma como nos vestimos influencia comportamento e desempenho. Em uma pesquisa com duas mil pessoas que frequentam academias regularmente, nove em cada dez afirmaram se sentir mais motivadas quando usam roupas de que gostam. Para 79%, ter peças consideradas bonitas é parte do processo para alcançar metas fÃsicas. Até as cores entram na equação: tons mais vibrantes podem estimular a produção de dopamina, associada à sensação de bem-estar, e tornar o treino menos árido.
No fim, a equação vai além da estética. A escolha do que vestir impacta conforto, técnica e até disposição mental. Entre disciplina alimentar, constância nos treinos e um guarda-roupa funcional, o estilo deixa de ser detalhe e passa a integrar a experiência completa de quem decide se movimentar.
