Do burnout ao Everest: empresário conta como escalar montanhas devolveu sua saúde mental

 

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Em 2012, eu precisava de remédio para dormir e para acordar. Eu tomava um remédio que era meio que moda na época, uns comprimidinhos azuis que os executivos tomavam. Tinha um terceiro, ainda, para o colesterol. Enfim, uma loucura. Acho que o que aconteceu comigo foi um clichê. É o clichê de uma pessoa que deixa a saúde ser sequestrada pelo trabalho (ele trabalhava como sócio de uma empresa de tecnologia) e pelo seu ecossistema, mesmo que goste do que faz, o que era o meu caso. Quando eu fui diagnosticado com burnout, era uma coisa que ainda não estava amplamente estudada e documentada nessas condições cerebrais, considerando a ansiedade. Conto essa história no meu livro “Escalando sonhos: O que senti no topo do mundo” (Ed. Vestígio), mas de forma não romântica. Pelo menos é assim que vejo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.