Diretor diz que Botafogo sabia do transfer ban desde outubro, mas promete resolução: 'Nosso jurídico está trabalhando'

 

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O Botafogo entrou no transfer ban da Fifa no dia 30 de dezembro, mas sabia da possível punição da entidade desde outubro. Em entrevista coletiva de apresentação do técnico Martín Anselmi, o diretor Alessandro Brito usou o espaço para explicar a situação e prometeu uma resolução do caso.

— A gente vem trabalhando já, e a gente já sabia dessa situação desde outubro. Então, a gente vem trabalhando de uma forma incansável para que a gente possa, de alguma maneira, solucionar o quanto antes. E não é uma situação tão simples, porque envolve MLS, envolve alguns termos jurídicos, garantias, então a gente quer fazer de uma forma que o clube fique estável, fique equilibrado para os próximos meses, para as próximas sequências de contratações. É uma situação que a gente vem trabalhando, nosso jurídico vem trabalhando — disse Alessandro Brito.

O clube carioca está impedido de registrar jogadores pelas próximas três janelas pela falta de pagamento ao Atlanta United, dos Estados Unidos, pela contratação de Thiago Almada em 2024. O Botafogo foi condenado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) a pagar US$ 21 milhões (aproximadamente R$ 114 milhões) ao time dos Estados Unidos.

Na época da negociação, o alvinegro se comprometeu a pagar a quantia em dez parcelas: duas de US$ 3 milhões (R$ 16,4 milhões); sete de US$ 2 milhões (10,9 milhões) e uma de US$ 1 milhão (R$ 5,4 milhões), com vencimento a cada três meses.

O prazo imposto pelo CAS para que o Botafogo efetuasse o pagamento ao Atlanta United terminou no último dia 26 de dezembro. Antes disso, o alvinegro já conversava com os americanos para viabilizar um novo formato para acertar a dívida.