Diferença entre reajustes de planos de saúde até 29 usuários e grandes reforça revisão das regras, diz ANS
Os novos dados dos percentuais de reajustes de planos coletivos, atualizados nesta sexta-feira no painel da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), reforçam uma tendência de desaceleração dos aumentos identificada desde 2023. A média apurada é de 9,9% até fevereiro, último dado prestado pelas empresas. Em 2025, fechou em 10,96%. O monitoramento, no entanto, consolida a diferença entre os reajustes médios dos contratos coletivos com até 29 usuários e os contratos maiores: 13,48% contra 8,71%. Os números reforçam a necessidade de mudanças na regulação desses contratos, diz Daniele Rodrigues, gerente Econômico-Financeiro e Atuarial dos Produtos da ANS. Atualmente, os reajustes desses planos menores são feitos em sistema de pool, reunindo, para o cálculo, todos os contratos desse modelo da operadora como se fosse um só. A proposta da ANS é ampliar esse agrupamento para fins de reajuste, incluindo todos os contratos por adesão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
