Di Ferrero relembra nervosismo com shows no Rock in Rio e lembra apoio de Isabeli Fontana: 'Me deu um passe'

Di Ferrero relembra nervosismo com shows no Rock in Rio e lembra apoio de Isabeli Fontana: 'Me deu um passe' - Foto
Fonte da notícia: Extra Extra

No dia em que o Rock in Rio recebe como headliner o Foo Fighters, banda da qual é fã declarado, Di Ferrero assume a responsabilidade de abrir os trabalhos no Palco Sunset, às 15h30. O cantor, de 41 anos, já conhece a sensação de se apresentar no festival. Mas a performance de hoje terá um gosto diferente: ele leva ao público a turnê “Se7e”, seu trabalho mais recente e solo. Que horas abre o portão do Rock in Rio? Saiba mais sobre a programação da Cidade do Rock O quanto você sabe sobre o Rock in Rio? Faça o quiz e descubra! — Preparei um show exclusivo mesmo para o Rock in Rio, dentro desse meu universo do álbum novo. Além de ser uma apresentação grande, é uma vitrine. As pessoas vão ver as coisas que estou fazendo, além dos clássicos da minha carreira. Tem essa sensação de que precisa ser muito incrível — afirma. Quando fala de estar sozinho ali pela primeira vez... — A galera pergunta os pontos altos da minha carreira e sempre vem o Rock in Rio na cabeça. Eu já toquei com o NX, já toquei num show com o Vitor Kley. Agora, um show só meu é a primeira vez — anima-se ele, que convidou Danilo Cutrim, vocalista do Forfun e do Braza, para fazer uma participação. Di Ferrero no Palco Sunset do Rock in Rio com o NX Zero Reprodução / Multishow O artista assume que se apresentar no RiR ainda desperta borboletas no estômago. — Lembro de quando era novinho, na primeira vez com o NX, como eu estava nervoso. Um absurdo! Do último, em 2024, gostei mais porque estava mais calmo. No show com o Vitor Kley (2022), não consegui dormir na noite anterior. Isabeli (Fontana, sua mulher) ficava do meu lado desesperada: “Dorme, menino”. Uma hora acordei e ela estava me dando um passe — diverte-se ele ao relembrar. Atração do Rock in Rio 2026: Calvin Harris já teve namoros midiáticos com estrelas do pop Recursos: Empresas investem R$ 93 milhões em projetos sociais no Rio de Janeiro Di chega ao Rock in Rio como atração, mas também pretende aproveitar o festival como fã. O Foo Fighters será uma das prioridades do cantor depois que se despedir do público. Ele conta que acompanha a banda há muitos anos e que ficou emocionado com a morte do baterista Taylor Hawkins, em 2022. — Vai ser uma coisa muito emocionante ver o show deles agora. No dia seguinte, vou ter que trabalhar, mas vamos ver se consigo voltar ao Rock in Rio, porque queria assistir à apresentação do Elton John (dia 7), não sei se terei outra chance — diz. Di Ferrero CESAR OVALLE Lançado após um processo de construção que durou cerca de um ano, “Se7e” representa uma fase mais pessoal do cantor. O próprio conceito do álbum está ligado à ideia de transformação. O número sete aparece como símbolo de um momento de passagem: o horário em que o dia começa a dar lugar à noite. — Comecei a me transformar, principalmente na fase da carreira solo, podendo fazer músicas com outras pessoas fora do rock, tendo essa liberdade. Antes eu me travava. Mas ainda mantenho a minha raiz dos anos 2000 — explica.

Para os fãs que ainda torcem por uma nova reunião do NX Zero, Di não nega a possibilidade, avisando que novos encontros podem acontecer. — A porta está totalmente aberta. Nunca fui apegado a datas, mas 25 anos é muito tempo. Sempre vai ter um dia especial, um álbum, uma celebração. Em algum momento em que fizer sentido para todos os integrantes, a gente se reúne de novo — afirma. A banda NX Zero na volta aos palcos Lucas Tavares Busca interior Mais do que uma mudança de sonoridade, o disco é um reflexo de uma busca interior: — Falei de coisas realmente pessoais. Minha família tem muito essa coisa de espiritualidade. Minha mãe é ligada a astrologia; minhas tias, a umas coisas meio ciganas, rituais que elas dizem para eu fazer. Desde o primeiro clipe que gravei com o NX, uma tia minha me deu um colar e falou: "Usa, que vai te proteger", e eu sempre usava. Sempre tive isso na minha vida e passei para o álbum.

Estudante Estudioso de diversas religiões, Di não se limita a um único caminho. “ — Cresci no espiritismo e no cristianismo, tinha banda de igreja... Depois, comecei a ver todas as orientais, como budismo, taoísmo. Eu me casei no hinduísmo! O único sacerdote que tinha quando fui casar era um cara hindu, e eu falei: "Acho lindo". Respeito todos os rituais e bebo de várias fontes.

Dia a dia agitado Longe dos shows, a rotina é movimentada. Conhecido pelo amor aos animais (ele já teve cacatua, cavalo, cachorros com fã-clube), Di cuida dos pets e treina na academia.

— É difícil eu ficar em casa. Minha vida é bastante agitada.

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