Uma enfermeira condenada a 23 anos de prisão por matar e desmembrar um jovem em 2020, vai receber uma indenização de 30 mil euros (cerca de R$ 175 mil) da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve (Portugal), por ter sido despedida ilegalmente após o assassinato, de acordo com decisão da Justiça.
Mariana Fonseca , de 29 anos, foi condenada por roubo e homicídio de Diogo Gonçalves, no Algarve, em 2020.
A namorada dela, Maria Malveiro, cúmplice do crime, foi encontrada morta em cela em dezembro de 2021, de acordo com reportagem no "Correio da Manhã" nesta segunda-feira (3/8).
A ULS do Algarve recorreu para o Tribunal da Relação de Évora, mas os juízes desembargadores mantiveram a decisão de primeira instância.
Mariana Fonseca foi detida na Indonésia
Reprodução/Instagram
Mariana foi detida em março em Jacarta (Indonésia) após ficar um ano foragida.
Em março de 2020, Diogo foi drogado e asfixiado até a morte e teve o corpo esquartejado.
As partes do cadáver da vítima foram colocadas em sacos de lixo jogados em uma encosta e em área de mata, lembrou o "SIC Notícias".
Nem todos os restoa mortais da vítima foram recuperados pela polícia.
Inicialmente, Mariana não foi considerada culpada, tendo sido absolvida em primeira instância.
Ela foi condenada a 25 anos de prisão em instância superior, o Tribunal da Relação, e, ao recorrer, teve pena reduzida para 23 anos.
