Desde que o bolsonarismo ganhou protagonismo político no Brasil, a corrida presidencial se desenrola sob estresse das instituições democráticas.
O golpismo tornou-se variável obrigatória nos cenários de análise política.
Quatro anos atrás, a campanha se iniciava sob o impacto do encontro do então presidente da República com embaixadores estrangeiros para lançar suspeitas sobre o sistema eleitoral e as urnas eletrônicas.
A saraivada de ataques — que envolveu até operação da Polícia Rodoviária Federal no Nordeste para impedir eleitores de Lula de votar — deu na inelegibilidade de Jair Bolsonaro e, posteriormente, na condenação dele próprio e de seu grupo por tentativa de golpe de Estado.
Em 2026, a trama se repete.
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Bolsonarismo põe disputa eleitoral sob estresse democrático
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