Lágrima em forma de luta e resiliência: 1 milhão de mortos não podem ser esquecidos nas mãos do genocídio bolsonarista Domingo histórico, épico: presidente Lula ressurge para a revolução eleitoral da história
A vitória da democracia, da luta, da resistência, da resiliência, principalmente da maioria, do luto de cada família brasileira. Lula mostrou que não é apenas o maior líder da história da América Latina.
Trajetória, legado, justiça social, políticas públicas, a revolução sintetizada em forma de ascensão social dos marginalizados, excluídos, do protagonismo dos esquecidos, humilhados. A virada do último domingo (25) sinalizou um Brasil que não aceita mais a opressão, uma nação com memória, de um luto insuperável, de uma dor latente na alma, de uma cicatriz aberta.
O país que enterrou quase 1 milhão de pessoas pelo negacionismo da COVID-19, gerida tragicamente pelo inelegível Jair Bolsonaro (PL). A dinastia do medo, do terror: Flávio e Jair são figuras catastróficas que representam a angústia, a indignação de cada família que teve a vida de seus entes queridos ceifada.
Se a democracia acalenta a alma, define uma resposta visceral: “A nossa memória, a nossa dor devem ser implacáveis e colocar na lata do lixo o bolsonarismo”. Enquanto cadeias, processos, o sistema prisional e o Judiciário, numa lentidão complacente que aprofunda as dores, um sentimento de revolta em forma de revolução.
Assim surge o mar vermelho, anestesiando cada dor, transformando angústia em superação, em mobilização histórica. Abraços fraternos, caronas, solidariedade, amor, companheirismo, aliança com a democracia.
Pais, filhos, pessoas idosas não se deixaram desistir, lutaram juntos, sintetizaram, em poucas horas, o significado de plenitude. Se o golpismo de outrora persistia, o espírito de garra veio à tona nas ações, na construção da narrativa.
Se a trama, ao estilo de Hitchcock, trazia angústia, no badalar das horas, chegada a hora – a virada! O presidente Lula (PT) virou e redesenhou a democracia mundial. Contra tudo, contra todos, venceu: bets, o sistema financeiro, a Meta, a extrema direita, venceu o “fascismo”, numa expressão de luta democrática, revolução popular.
Janones, comunicador nato, de simples apoiador à espinha dorsal da comunicação: montou o exército vermelho, transformou atos em missões, uma corrente de revolução, mobilização política. O dia 25 de outubro de 2026 será marcado na história como o dia da redenção da democracia, da fênix, do luto em luta, justiça em prática socialista: mar vermelho, a revolução.
Brasil 247