Deborah Colker usou as redes sociais nesta sexta-feira (21) para prestar uma homenagem ao neto Theo Colker Assunção Fulgêncio, que completaria 17 anos na data.
O jovem morreu em março deste ano, aos 16 anos, em decorrência da epidermólise bolhosa — doença genética rara, não contagiosa e sem cura que provoca extrema fragilidade na pele.
"Sou a avó mais feliz do mundo, meu neto amado Theo 17 anos, minha luz e meu saber.
Parabéns Clara, mãe, mãe, mãe.
Parabéns Pedro, pai, pai, pai.
Viva Alice, Rafa, Lis e quem está por vir, nossa mais pequena", escreveu a coreógrafa, citando os pais de Theo — Clara Colker e Pedro — e os demais netos.
A artista também resgatou um álbum de momentos ao lado do menino.
Theo, neto de Deborah Colker, vivia com epidermólise bolhosa desde o nascimento
Reprodução/Instagram
Theo, neto de Deborah Colker, vivia com epidermólise bolhosa desde o nascimento
Reprodução/Instagram
A história de Theo marcou profundamente a trajetória artística da avó.
Em 2021, Deborah criou o espetáculo "Cura", uma das obras mais íntimas de sua carreira, inspirada diretamente na convivência com a doença do neto.
"Cura não é sobre o Theo, mas sobre o que o nascimento do Theo causou em mim.
Eu precisava terminar o espetáculo com o meu antídoto à crueldade: nunca perder a alegria", declarou à época.
Em 2023, a trajetória do jovem também foi retratada no documentário "Viver É Raro", lançado pelo Globoplay, que acompanha pessoas com condições especiais de saúde.
Theo, neto de Deborah Colker, vivia com epidermólise bolhosa desde o nascimento
Reprodução/Instagram
Theo, neto de Deborah Colker, vivia com epidermólise bolhosa desde o nascimento
Reprodução/Instagram
Theo, neto de Deborah Colker, vivia com epidermólise bolhosa desde o nascimento
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Theo, neto de Deborah Colker, vivia com epidermólise bolhosa desde o nascimento
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