Debí tirar más fotos: tendência de câmeras polaroids invade o Aterro do Flamengo

 

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Em um mundo digital, guardar lembranças acaba sendo um diferencial. A venda de fotos polaroids chama atenção no bloco Orquestra Voadora, realizado no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio, nesta terça-feira (17). Com preços variando de R$15,00 a R$30,00 cada foto, vendedores têm média diária de 30 registros.

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João Pedro Tome é professor e comenta que começou a vender fotos no ano passado, em praias e feiras. A ideia surgiu após uma viagem à Florianópolis (SC), onde identificou que as polaroids eram uma tendência que ainda não tinham chegado ao Rio.

— As pessoas procuram muito, principalmente no carnaval, que é um momento que elas estão felizes e dispostas a marcar momentos para guardar essas lembranças — comenta.

O antropólogo Romário, que fez um registro com seu grupo de amigos, explica que prefere a poloroid por conta da materialidade da foto, que sai na hora em que ela é tirada e permite que você a exponha.

— Eu gosto muito da estética da polaroid em si, meio retrô, então foi por isso que eu quis tirar a foto - explica Romário.

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Brenda Pimenta, de 28 anos, conta que foi um amigo que a incentivou a começar a tirar as fotos durante os blocos.

— Eu optei por fazer essas fotos para fazer uma renda extra, e tem bastante demanda. Algumas pessoas reclamam do preço, mas, brasileiro está sempre reclamando de algo, né? Mesmo assim acabam tirando — afirma.

A professora Brenda Pimenta passou a vender fotos em blocos para completar a renda

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Já Douglas Garcês, começou a vender polaroids para conhecer outros países com sua namorada.

— Em média, durante o carnaval, eu vendo de 15 a 20 fotos, então acabo faturando mais ou menos R$300. Geralmente é foto de grupo, ou casal, individual é bem difícil vender — comenta.

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