De Ceilândia, zagueiro do Vasco escapa ileso ao capotar BMW de R$ 1 milhão

De Ceilândia, zagueiro do Vasco escapa ileso ao capotar BMW de R$ 1 milhão - Foto
Fonte da notícia: Metropoles Metropoles

O zagueiro Robert Renan, do Vasco da Gama, que morou em Ceilândia (DF), sofreu um acidente de carro na manhã desta segunda-feira (26/10), no Rio de Janeiro. Imagens mostram como ficou a BMW X6M avaliada em mais de R$ 1 milhão após o jogador capotar o veículo.

Segundo a assessoria do clube, o atleta passa bem e se apresentou normalmente ao Centro de Treinamento Moacyr Barbosa. CLDF concede Título de Cidadão Benemérito ao jogador de futebol Robert Renan

De Ceilândia, zagueiro do Vasco escapa ileso ao capotar BMW de R$ 1 milhão Após o ocorrido, Robert Renan publicou uma mensagem nas redes sociais para tranquilizar os fãs e agradecer pelo livramento.

“Obrigado, meu Deus, pelo livramento”, escreveu o jogador. Em outra publicação no Instagram, o zagueiro também agradeceu às pessoas que entraram em contato para demonstrar preocupação e apoio.

“Agradeço de coração a todos que estão me mandando mensagens e se preocupando comigo. Graças a Deus, está tudo bem”, publicou.

Além de sua trajetória no futebol, Robert Renan também recebeu o título de Cidadão Benemérito do Distrito Federal, concedido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em reconhecimento à sua ligação com a região. Robert Renan tornou-se um dos pilares na defesa do Vasco da Gama nesta temporada.

Nascido no Distrito Federal, o zagueiro de 23 anos viveu na Ceilândia e deu os primeiros passos no futebol em um campo sintético da região. Em entrevista à Vasco TV, o jogador relembrou o início da trajetória nos campos da capital federal.

“Nasci na Ceilândia, em Brasília, na Expansão do Setor O. É um bairro muito humilde, onde eu cresci jogando futebol, aprendi a gostar do Vasco lá, tinha uma equipe de torcida.

Onde eu morava tinha um campo sintético com escolinha de futebol e eu ficava o dia todo lá, as vezes faltava a escola. Quando não tinha o que fazer, era só futebol”, revelou.

Além do coletivo de torcedores vascaínos da Ceilândia, a paixão pelo Cruzmaltino também foi influenciada pela família. “Tive um incentivo muito grande do meu tio, que é vascaíno também.

Por ele, eu virei vascaíno. O meu pai não joga nada de futebol, mas sempre me incentivou muito, e minha mãe também”, disse.

Publicação Original Metropoles metropoles.com
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