Datafolha mostra empate técnico triplo entre Cid Gomes, Capitão Wagner e Luizinne na diputa pelo Senado no Ceará

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Fonte da notícia: O Globo O Globo

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira mostra um empate técnico triplo na primeira posição da corrida pelo Senado no Ceará. A duas semanas da ida às urnas, Cid Gomes (PSB) tem 24% das intenções de voto, enquanto Capitão Wagner (União) alcança 21% e Luizianne Lins (Rede) chega a 18%. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. Datafolha: Ciro marca 47% na corrida pelo governo do Ceará, enquanto Elmano tem 40% Mapa da campanha presidencial: Sudeste concentra 70% dos compromissos dos candidatos enquanto Norte é deixado de lado Cid e Luizianne integram a chapa do governador Elmano de Freitas (PT). Já Wagner faz parte do palanque de Ciro Gomes (PSDB), assim como o bolsonarista Alcides Fernandes (PL), que aparece com 9% das intenções de voto. Veja os números: Cid Gomes (PSB): 24% Capitão Wagner: 21% Luizianne Lins (Rede): 18% Alcides Fernandes (PL): 9% Catarina Matos (UP): 2% Lino Alves (PCO): 1% Guilherme Teophilo (Novo): 2% Reginaldo Ferreira (PSTU): 1 Em branco/nulo/nenhum: 13% Indecisos: 9% Divulgada pelo jornal O Povo, essa é a segunda pesquisa Datafolha no Ceará após o início da campanha eleitoral. Ciro busca impedir a sexta vitória consecutiva da aliança petista ao Palácio da Abolição. Esta eleição coloca o tucano em campo oposto ao irmão, o senador Cid Gomes, que disputa reeleição na chapa de Elmano. O Datafolha entrou em campo entre 14 e 17 de setembro e realizou 1.204 entrevistas. A margem de erro máxima prevista é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob os números CE-01290/2026 e BR-00180/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Chapas opostas Rompido com Ciro desde 2022, Cid passou a integrar a chapa de Elmano após reunião com o presidente Lula em Brasília. O candidato à reeleição no Senado defendia que Junior Mano fosse o postulante do PSB à Casa Legislativa. Luizianne, por sua ves, foi anunciada como candidata ao Senado de Elmano no dia da convenção do governador. Antes disso, ela chegou a deixar o PT e filiou-se à Rede por não ter recebido apoio para a disputa à Casa Legislativa.

Já o pastor Alcides Fernandes foi pivô do racha familiar de Flávio Bolsonaro (PL) com Michelle Bolsonaro (PL), agora reconciliados, pelo arranjo da campanha bolsonarista com Ciro no estado.

A ex-primeira-dama se opôs à aliança por críticas passadas do tucano ao marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e defendia uma chapa com Eduardo Girão (Novo) na corrida ao governo e Priscila Costa (PL), sua vice no PL Mulher, para senadora. Acabou vencida nas negociações, encabeçadas pelo chefe do diretório cearense do PL e pai de Alcides, o deputado André Fernandes.

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