Damares Alves critica decisões de Moraes após saída de Flávio Bolsonaro do Brasil: ‘Justiça não pode seguir roteiro político’

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Fonte da notícia: ND Mais ND Mais

Senadora afirmou que decisões contra a família Bolsonaro e apoiadores alimentam a percepção de perseguição política e questionou declaração atribuída ao deputado Jilmar Tatto sobre novas prisões A senadora Damares Alves (Republicanos) compartilhou nas redes sociais, nesta terça-feira (27), uma publicação com críticas às decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), contra integrantes da família Bolsonaro e seus apoiadores.

A manifestação ocorreu após notícias sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil com destino aos Estados Unidos. Na publicação, Damares afirmou que o caso levanta preocupações sobre o respeito às garantias constitucionais e questionou uma declaração atribuída ao deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP), segundo a qual outros apoiadores do bolsonarismo seriam presos.

“A sucessão de decisões do ministro Alexandre de Moraes contra a família Bolsonaro e seus apoiadores revela um padrão de atuação que alimenta a percepção de perseguição política e compromete a confiança na imparcialidade da Justiça”, escreveu a senadora. A senadora questionou a declaração atribuída a Jilmar Tatto sobre possíveis novas prisões de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Como é possível antecipar algo tão grave? Desde quando prisões podem ser anunciadas como se fossem parte de um roteiro político?”, escreveu.

Damares argumentou que decisões judiciais devem se basear em provas, fundamentos legais e respeito ao devido processo legal. Ela também afirmou que sua manifestação não representa uma defesa de privilégios para investigados.

“Não se trata de defender privilégios ou colocar alguém acima da lei. Trata-se de exigir que a Constituição e as garantias individuais sejam respeitadas, independentemente de quem esteja sendo investigado”, declarou.

A notícia da saída de Flávio Bolsonaro do Brasil é motivo de profunda preocupação e reflexão sobre o momento que vivemos. A sucessão de decisões do ministro Alexandre de Moraes contra a família Bolsonaro e seus apoiadores revela um padrão de atuação que alimenta a percepção de perseguição política e compromete a confiança na imparcialidade da Justiça.

Essa preocupação se agrava diante da declaração atribuída ao deputado federal Jilmar Tatto, do PT de São Paulo, de que outros bolsonaristas serão presos. Como é possível antecipar algo tão grave?

Desde quando prisões podem ser anunciadas como se fossem parte de um roteiro político? Em um Estado Democrático de Direito, decisões judiciais devem decorrer de provas, fundamentos legais e respeito ao devido processo. Não se trata de defender privilégios ou colocar alguém acima da lei.

Trata-se de exigir que a Constituição e as garantias individuais sejam respeitadas, independentemente de quem esteja sendo investigado. O Brasil precisa de uma Justiça que transmita segurança, equilíbrio e isenção, jamais o sentimento de que divergências políticas possam determinar o tratamento dado a um cidadão.

A democracia exige instituições fortes, mas também exige que seus representantes reconheçam os limites do próprio poder. — Damares Alves (@DamaresAlves) October 27, 2026

A senadora classificou a notícia sobre a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil como motivo de “profunda preocupação e reflexão” sobre o cenário político nacional. Na avaliação expressa por Damares, a sequência de decisões judiciais envolvendo a família Bolsonaro e seus apoiadores pode alimentar a percepção de perseguição política.

A senadora também afirmou que o país precisa de uma Justiça que transmita segurança, equilíbrio e isenção, sem que divergências políticas determinem o tratamento dado a um cidadão. A publicação foi acompanhada de uma imagem com a frase “A Justiça não pode seguir um roteiro político!”, além de referências às garantias constitucionais e às notícias sobre a saída de Flávio do país.

Lidia Gabriella é repórter do ND Mais, no Núcleo Nacional, e acompanha de perto as tendências digitais e os assuntos que mais repercutem no noticiário brasileiro e mundial. Curiosa e atenta aos temas que movimentam o país, escreve sobre comportamento, entretenimento, ciência, astrologia e assuntos que repercutem nas redes e no cotidiano dos leitores.

É jornalista em formação pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e atua na área esde 2022. Tem experiência em portal de notícias e assessoria de comunicação no Ceart-Udesc.

Participou de coberturas de Carnaval, Olimpíadas e das enchentes no Rio Grande do Sul. Também cobriu as Eleições 2024 pelo ND Mais, focada na produção de matérias factuais sobre o andamento do pleito em diversas cidades do Brasil.

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