Culpa do Bubbles? Relembre por que Michael Jackson foi recusado em hotel de luxo de Madri

 

Fonte:


O sucesso de Michael, cinebiografia sobre Michael Jackson, voltou a colocar em evidência episódios marcantes da trajetória do Rei do Pop, entre eles, uma passagem curiosa por Madri no fim dos anos 1980, quando ele teve a hospedagem recusada em um dos hotéis mais luxuosos da cidade por causa de seu inseparável chimpanzé de estimação, Bubbles. O caso voltou a circular após o longa reacender o interesse do público pela vida pessoal e pelas excentricidades do artista.

Por onde vive 'Bubbles', o chimpanzé de Michael Jackson? Santuário nos EUA atualiza estado do animal aos 43 anos

A cinebiografia reforça o tamanho do fenômeno cultural que Michael Jackson representou. Dono de sucessos como Billie Jean, Beat It e Thriller, o cantor vendeu mais de 70 milhões de cópias apenas de Thriller, consolidando-se como um dos artistas mais populares da história da música. Sua fama fazia com que qualquer viagem internacional mobilizasse fãs, imprensa e equipes de segurança, especialmente em países como a Espanha, onde ele se apresentou diversas vezes ao longo da carreira.

O hotel que não aceitou Bubbles

Durante uma dessas visitas à capital espanhola, quando se preparava para cantar em um lotado estádio Vicente Calderón, Michael escolheu se hospedar no tradicional Hotel Ritz, hoje Mandarin Oriental Ritz Madrid. Inaugurado no início do século XX por ordem do rei Afonso XIII, o endereço era conhecido pelo luxo e pela sofisticação, mas decidiu negar a reserva do astro por um motivo incomum: o hotel não permitia animais de estimação.

O problema era que Michael se recusava a viajar sem Bubbles, chimpanzé que se tornou parte de seu círculo íntimo desde os anos 1980 e que chegou a dormir no mesmo quarto que o cantor por longos períodos. O animal se tornou uma das figuras mais emblemáticas da vida do artista e também aparece como um dos elementos mais comentados na cinebiografia. Diante da recusa do Ritz, Jackson preferiu manter o companheiro por perto e acabou se hospedando no The Westin Palace Madrid, onde recebeu a melhor suíte disponível.

As exigências incomuns em hotéis, porém, não pararam por aí. Em 1993, durante uma apresentação para cerca de 50 mil pessoas em Tenerife, o cantor ficou no Hotel Botánico & The Oriental Spa Garden e pediu que seu quarto fosse preenchido com brinquedos. Segundo relatos locais, ele também gastou uma quantia considerada astronômica com telefonemas internacionais durante os poucos dias em que permaneceu na ilha.

Décadas depois, histórias como essas continuam alimentando o imaginário em torno de Michael Jackson, cuja presença sempre transformava qualquer lugar por onde passava. Entre excentricidades, polêmicas e recordes musicais, o artista deixou não apenas memórias curiosas em hotéis e cidades que visitou, mas um legado que segue mobilizando novas gerações de fãs ao redor do mundo.