Cruzeiro não vê filho de Tite tomar a frente no trabalho, reprova discussão e dá fôlego ao técnico em meio à pressão

 

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Enquanto Sampaoli perdeu o emprego no Atlético-MG, no rival Cruzeiro o trabalho segue com fôlego ao técnico Tite, visto de fora para dentro como abalado em meio à pressão por resultados.

Há, nos bastidores, cobrança por melhoria no desempenho no jogos e por vitórias. Por outro lado, a diretoria Celeste vê Tite com energia para seguir o planejamento da temporada.

Nem a discussão com o filho e auxiliar Matheus Bachi enfraqueceu Tite internamente. Pelo contrário. O Cruzeiro reprovou a atitude e viu uma quebra de hierarquia, que o treinador lida de maneira pessoal.

A cena do embate entre pai e filho por conta da arbitragem não repercutiu bem, mas Tite minimizou. No dia a dia, sabe-se que Matheus é voz ativa sem que isso faça o técnico deixar de ter o comando.

A única preocupação do Cruzeiro neste momento é que Tite sofra com a pressão externa e isso entre no vestiário, abalando a confiança dos jogadores.

Depois de um ano sabático para recuperar a saúde mental, o treinador tem demonstrado sinais de que está saudável física e emocionalmente. Mais magro, com energia e vigor nas atividades.

O que não o impede de terceirizar o comando para ouvir seus auxiliares, como já fez em outros clubes e na seleção brasileira. É o que ele faz com o filho Matheus no vídeo que circulou nas redes.

A imagem mostra Tite afastado do bolo de jogadores e o auxiliar dando orientações. No trecho completo, fica claro que o treinador é quem mais fala na parada técnica.