Crítica: Mangueira junta o povo daqui e de lá para ser a melhor de domingo

 

Fonte:


A improvável Estação Primeira do Amapá conjugou força, beleza e uma cara muito própria para fechar como a melhor o primeiro terço da festa dos bambas de 2026. O enredo da Mangueira rendeu desfile luxuoso e forte, que credencia a verde e rosa a voltar no Sábado das Campeãs.

Análise: Imperatriz carrega samba difícil em desfile de visual irregular

Leia mais: Portela imponente e empoderada revisita drama com alegoria

As alegorias imensas, impactantes, consolidaram o estilo do carnavalesco Sidnei França, no seu segundo ano na Sapucaí.

Galerias Relacionadas

O chão verde e rosa sustentou o samba, que nunca esteve entre os melhores da safra, numa apresentação sem erros. Mas faltou o arrebatamento dos grandes momentos da escola quase centenária.

Desafios: Niterói faz desfile irregular e dificilmente escapará do rebaixamento

A rainha de bateria Evelyn Bastos brilhou, conjugando força e beleza típicas da sua trajetória. Pela primeira vez sozinho, o intérprete Dowglas Diniz teve desempenho impecável. No fim, a Mangueira está autorizada a sonhar com o Sábado das Campeãs.

Grave acidente com Maricá, tensão na Estácio e Império destaque com Conceição Evaristo: veja como foi a segunda noite da Série Ouro

Blocos de rua do carnaval carioca fazem 120 anos: cortejo nasceu influenciado por coligação política na eleição presidencial de 1906

Unidos da Ponte leva baile funk à Sapucaí: Stevie B, DJ Marlboro, MC Cacau; confira nomes que vão desfilar

Da nudez ao topless, confira o que pode ou não no carnaval; julgamento muda em 2026, com subquesitos

Initial plugin text