Crítica: Mangueira junta o povo daqui e de lá para ser a melhor de domingo
A improvável Estação Primeira do Amapá conjugou força, beleza e uma cara muito própria para fechar como a melhor o primeiro terço da festa dos bambas de 2026. O enredo da Mangueira rendeu desfile luxuoso e forte, que credencia a verde e rosa a voltar no Sábado das Campeãs.
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As alegorias imensas, impactantes, consolidaram o estilo do carnavalesco Sidnei França, no seu segundo ano na Sapucaí.
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O chão verde e rosa sustentou o samba, que nunca esteve entre os melhores da safra, numa apresentação sem erros. Mas faltou o arrebatamento dos grandes momentos da escola quase centenária.
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A rainha de bateria Evelyn Bastos brilhou, conjugando força e beleza típicas da sua trajetória. Pela primeira vez sozinho, o intérprete Dowglas Diniz teve desempenho impecável. No fim, a Mangueira está autorizada a sonhar com o Sábado das Campeãs.
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