Crítica: Imperatriz carrega samba difícil em desfile de visual irregular

 

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Na homenagem a Ney Matogrosso, a Imperatriz sempre soube que teria desafio pesado no seu carnaval: o samba complexo, resultado de uma junção muito questionada. O espetacular chão de Ramos topou o desafio e cantou como se amanhã não houvesse. Guiada pela excelência do cantor Pitty de Menezes e da bateria do mestre Lolo, a escola cativou a plateia.

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Mas o caminho da Sapucaí até o sucesso tem mais curvas. O desenvolvimento do enredo-homenagem a Ney Matogrosso deu em alegorias e fantasias irregulares. O entendimento foi bem difícil.

Mas, a verde e branco da Leopoldina, habitué do topo nos últimos anos, tem, como ensina o dialeto dos bambas, quesito. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro, e a brilhante comissão de Patrick Carvalho são exemplos nota 10. Só que o caminho até o sucesso na disputa dos bambas exige mais virtudes.

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