Crítica de livro: quase esquecido, Jorge Ibargüengoitia traz em 'As mortas' sátiras e reflexões sobre paixões

 

Fonte:


Diz-se que quando sua mãe morreu, em 1973, Jorge Ibargüengoitia publicou um artigo no jornal Excelsior com o título “Não mandem flores”. Esperava-se o texto pungente de um enlutado que acabava de perder sua maior referência parental. Mas falamos de Ibargüengoitia, cuja veia satírica não deixou de aparecer num momento em que a hipocrisia social costuma dar seus ares. Em espanhol há um ditado que afirma “no hay novia fea ni muerto malo” (“Não há noiva feia nem morto ruim”). A aguda nota necrológica acabou incluída na compilação intitulada “Instrucciones para vivir en México” (1990). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.