A mais recente pesquisa de opinião do DataFolha, divulgada neste fim de semana, indica que a disputa presidencial está virtualmente empatada, com um detalhe realçado pela própria empresa: ela não pegou a reação dos eleitores sobre as suspeitas que atingem o filho do presidente Lula.
A essa altura, não é mais possível levantar qualquer tipo de dúvida de que Lulinha estava fazendo negócios em nome de sua posição familiar, e que a lobista Robert Luchsinger era sua representante – ela mesmo disse “eu sou o Lulinha” em uma conversa que a PF obteve.
Também surgiram nos últimos dias diálogos sobre pagamentos para Lulinha.
Portanto, não há mais dúvida de que havia negócios através do chefe de gabinete do presidente, o Marcola, que até teve que sair do governo, e de pessoas instaladas no Ministério da Saúde.
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Contradições do STF
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