Congelada há 16 anos, bolsa para pesquisar no exterior não cobre gastos básicos, diz associação de doutorandos
Em Baltimore, nos Estados Unidos, sede da prestigiada Universidade Johns Hopkins, a doutoranda brasileira Valquíria Souza, de 30 anos, vive uma rotina marcada por um contraste: pesquisa em uma instituição de elite internacional, mas depende de ajuda familiar — incluindo a renda obtida com a venda de um carro da mãe — para conseguir se manter no exterior. Aluna de doutorado em Relações Internacionais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), ela foi aprovada no Programa de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE), financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O valor da bolsa, no entanto, não cobre os custos básicos de vida no país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
