Nikolas Ferreira, Sergio Moro e filhos de Jair Bolsonaro usaram declaração do petista durante debate na Globo para criticá-lo Aliados de Flávio Bolsonaro exploraram nas redes sociais a fala em que Lula (PT) disse, durante o debate da TV Globo, que o governo iria “acabar com a polícia”.
Ao defender a criação do Ministério da Segurança Pública após a aprovação da PEC da Segurança, Lula afirmou: “Aprovada a PEC da Segurança, eu vou criar o ministério, e aí você vai ver o que é um governo acabar, sabe, com a polícia e deixar esse território livre.”
Na sequência, o presidente falou em fortalecer a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal e combater milícias e narcotráfico. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou cinco mensagens sobre o episódio no X.
“Depois que Lula falou que vai acabar com a polícia e viu a merda que falou, tá completamente perdido. Ninguém mais vai lembrar de nada a não ser isso.
A maior dor do brasileiro é segurança e o cara me fala isso. Já era, Lula.
Adeus.” Lula vai acabar com a polícia.Game over.
pic.twitter.com/RfedJiqA8Y O senador Sergio Moro (PL-PR) elogiou o desempenho de Flávio e afirmou que Lula havia cometido vários erros durante o debate.
“Já Lula prometeu até ‘acabar com a polícia’ em um dos seus vários erros. A eleição já estava definida em favor do Flávio, mas agora será por margem maior.”
O senador eleito Marcel van Hattem (Novo-RS) afirmou que Flávio encurralou o presidente no debate. “Flávio perguntando como que Lula quer acabar com a polícia e, em vez de se corrigir, desvia! Na verdade, mostra assim que realmente é contra a polícia e a favor do crime!”, disse.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) também criticou a fala. “Lula diz que vai acabar com a polícia.
É isso mesmo. Imagine uma greve eterna das polícias? É isso que Lula quer?”, escreveu.
O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) publicou: “Lula disse que vai acabar com a polícia! Nunca foi tão fácil escolher um lado.”
Aliados de Lula afirmam que a frase foi um ato falho ou uma construção mal formulada. Segundo disseram, o presidente pretendia defender a reorganização das forças de segurança e o combate à impunidade, não o fim das polícias.
“Qual o gostinho desse whisky, Lula?”, questiona Flávio sobre garrafa de R$ 500 mil
O Antogonista