Como Marilyn Monroe envelheceria hoje? Projeção por IA revela impacto dos avanços estéticos
Se Marilyn Monroe pudesse envelhecer com os recursos estéticos de hoje, como seria sua aparência? Um exercício feito por inteligência artificial responde a essa pergunta de forma surpreendente: versões maduras da atriz, de Audrey Hepburn e de Elizabeth Taylor mostram rostos que preservam identidade, textura natural e proporções proporcionais ao tempo, sem apagar rugas, congelar expressões ou criar traços artificiais. Mais do que simular juventude eterna, as projeções revelam o que a estética moderna pode fazer para acompanhar o envelhecimento com estratégia e naturalidade.
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O impacto está justamente no que não é feito: as imagens não eliminam marcas de expressão nem adicionam volumes artificiais. "A grande diferença é que hoje não trabalhamos para transformar o rosto, mas para sustentá-lo ao longo dos anos. Quando o planejamento respeita a estrutura óssea, proporção e textura da pele, o resultado envelhece com a pessoa", afirma a dermatologista Denise Ozores, especialista em beleza natural.
Segundo Denise, o protagonismo dos bioestimuladores de colágeno reflete essa mudança de mentalidade. "O estímulo de colágeno fortalece a base da pele. Não é uma solução imediata, é uma construção. Você melhora firmeza, melhora qualidade, mas mantém movimento e expressão", explica.
Nas simulações, Marilyn continua Marilyn, Audrey continua Audrey e Elizabeth mantém sua presença marcante. O que muda não é a essência, mas a maneira como o tempo se manifesta no rosto, uma proposta que valoriza a estratégia em vez da correção instantânea.
Marilyn Monroe, Audrey Hepburn e Elizabeth Taylor: IA revela como estrelas envelheceriam naturalmente
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"É vital que a estética acompanhe o tempo, não que compita com ele. O que estamos vendo é uma transição para decisões mais conscientes, técnicas e individualizadas", conclui Denise, resumindo a filosofia que guia os avanços estéticos atuais.
