Como Luiz Braga deu à Amazônia as suas verdadeiras cores por meio de fotografias vibrantes e sem filtro

 

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Antes mesmo de desembarcar na Ilha de Marajó, no Pará, alguns dias atrás, Luiz Braga já tinha imagens na cabeça que desejava transformar em fotografias. Ele ia participar dos festejos de São Sebastião, um dos padroeiros de Cachoeira do Arari, e, por já ter ido a essa celebração, metade religiosa e metade carnavalesca, sabia mais ou menos algumas cenas que queria capturar com a câmera. O fotógrafo afirma estar sempre registrando com seus olhos, observando as coisas de seu mundo, e que apenas “algumas delas acabam virando imagem concreta um dia”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.