Com temor de ataque russo, Polônia amplia Forças Armadas e já lidera gastos na Otan

 

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A pesquisadora Maria Piechowska, que trabalha no Instituto Polonês de Assuntos Internacionais (Pism, na sigla original), já se habituou a ser consultada sobre uma pergunta que muitos poloneses se fazem desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022: “Quanto tempo demorará para que o líder russo, Vladimir Putin, ordene um ataque a nosso país?” A resposta dada pela pesquisadora é sempre a mesma: “Temos de estar preparados.” Em teatros de Varsóvia, imagens de Putin aparecem ao lado de Adolf Hitler. Para Piechowska, não é exagero. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.