Com poderio militar em declínio, Cuba tem poucas chances de defesa em caso de ataque dos EUA, avaliam especialistas
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No auge da Guerra Fria, as Forças Armadas de Cuba mobilizaram milhares de soldados bem treinados. Com apoio da então União Soviética, o país chegou a reunir mais de 200 mil militares e enviou tropas para conflitos que iam de Angola à Síria. Décadas mais tarde e em meio à pressão americana, o Exército cubano é hoje um fantasma do que já foi: segundo levantamento do Wall Street Journal, o contingente da ilha caiu para cerca de 40 a 45 mil militares da ativa, divididos em três partes para defender o leste, oeste e centro do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
