Com lei do ex, Anápolis abre boa vantagem em cima do Paysandu na final da Copa Verde

Com lei do ex, Anápolis abre boa vantagem em cima do Paysandu na final da Copa Verde

Fonte: Bandeira



O Paysandu sofreu uma enorme derrota na primeira partida da final da Copa Verde 2026. Em Goiânia, o Anápolis fez 3 a 1 e abriu uma grande vantagem para conquistar o primeiro título da competição regional. 


No primeiro tempo, Juninho fez valer a "Lei do ex" e abriu o placar. Ainda na etapa inicial, Matheus Lagoa ampliou o marcados. No segundo tempo, mesmo com 10 jogadores em campo após a expulsão de Helder, o Anápolis ampliou com Leonan, ex-lateral do Remo. No final, Juninho diminiu o placar.


Com o resultado, os goianos podem até perder por um de diferença em Belém para serem campeões da Copa Verde. O segundo e decisivo jogo será no domingo, 7, em Belém. A partir das 18h30, Paysandu e Anápolis vão disputar os últimos 90 minutos da Copa Verde 2026 no Estádio do Mangueirão. 


Tempo perdido


O nervosismo atrapalhou o Paysandu na etapa inicial do jogo em Goiás. Em busca do sexto título de Copa Verde, os bicolores não se encontraram em campo. Os erros - bobos - de passe fizeram com que o primeiro tempo fosse todo do Anápolis. 


Aproveitando o fator casa - e a instabilidade do Paysandu -, os goianos chegaram logo nos primeiros minutos com Fernando Viana. Após boa linha de passe no campo ofensivo, o centroavante bateu da entrada da área e assustou o goleiro Gabriel Mesquita. 


Aos 15, a lei do ex entrou em ação. Rubinho cruzou da direita e Fernando Viana, na antecipação, cabeceou no canto. O goleiro Gabriel Mesquita fez a defesa, mas deu rebote nos pés do atacante Juninho. O ex-bicolor não desperdiçou: Anápolis 1 a 0. 


Primeiro tempo foi todo dos donos da casa. (Foto: José Alexandre/Anápolis)


O gol deu uma esfriada na partida e o Paysandu conseguiu encaixar mais as ações na partida. A partir dos 28 minutos, os homens de frente do Papão passaram a chegar com mais perigo ao gol do goleiro Ravel. 


Em três situações - uma com Caio Mello de fora e em outros dois cruzamentos -, o camisa 1 do Anápolis precisou trabalhar para afastar o perigo bicolor. 


Aos 31, a melhor chance do Paysandu no jogo. Kleiton Pego fez a individual e bateu da entrada da área. A bola passou por cima do gol, mas tirando tinha do travessão. 


Nos minutos finais do jogo, Mila pegou a sobra do escanteio e arriscou do meio da rua. O goleiro Gabriel Mesquita fez grande defesa e a zaga do Paysandu afastou evitando o segundo gol dos donos da casa.


Nos acréscimos, o placar foi ampliado. Matheus Lagoa pegou uma bola espirrada de uma tentativa de corte de Pedro Henrique e bateu chapado, no canto do goleiro bicolor. Anápolis transformando a boa etapa inicial em dois gols. 


Tentou... e levou!


A volta do intervalo teve um Paysandu mais ligado em campo. Com dois a zero contra no placar, os bicolores tiveram espaço para transitar em campo e foram mais presentes no ataque. 


Aos 10 minutos, o Anápolis teve uma baixa em campo. Uma falta em Ítalo gerou o segundo cartão amarelo para Helder. Como consequência, o vermelho. Equipe da casa com um jogador a menos no restante da partida.


Até aos 15 minutos, o Paysandu arriscou bastante contra o gol defendido por Ravel. Em algumas chegadas, Marcinho e Castro tentaram em chutes de fora da área. O primeiro parou no goleiro e o segundo mandou na arquibancada. 


Em seguida, Marcinho voltou a tentar, agora de dentro da área, e de novo esbarrou no goleiro Ravel.


Com o placar feito, o Anápolis abriu mão de ter a posse de bola e passou a jogar em um contra-ataque preguiçoso. Quando entrava no campo do Paysandu, era com, no máxico, três jogadores. O restante da equipe optava por ficar bem postado defensivamente para evitar sustos com as investidas do Papão.


Marcinho foi o bicolor que mais tentou na etapa final, mas parou no goleiro Ravel. (Foto: Jorge Luís Totti/Paysandu)


E em uma dessas - poucas - descidas, Castro afastou mal e Gonzalo bateu no canto. Gabriel Mesquita foi apenas conferir e viu a bola indo pela linha de fundo aos 24 minutos. 


Na sequência, Marcinho fez boa jogada individual e bateu com força. O goleiro Ravel voltou a aparecer para evitar o gol do camisa 10 do Paysandu. 


Aos 29 minutos, o Anápolis deu o xeque mate do jogo! Após cobrança de escanteio da direita, a bola atravessou a área e encontrou Leonan. O ex-lateral do Remo bateu rasteiro, por baixo das pernas do goleiro Gabriel Mesquita, e marcou o terceiro dos goianos no jogo.


Antes do final do jogo, Juninho ainda diminuir o placar com um toque de antecipação em cima do goleiro Ravel. Fim de papo: Anápolis 3, Paysandu 1.  


Ficha técnica


Anápolis-GO 3 x 1 Paysandu


Local: Estádio Jonas Duarte - Goiânia


Data: 04.06.2026


Hora: 20h


Árbitro: Leonardo Willers Lorenzatto (CBF/MT)


Assistentes: Alex Sandro Quadros (CBF/RR) e Joverton Wesley de Souza (CBF/RO)


VAR: Emerson de Almeida Ferreira (CBF/MG)


Cartão amarelo: Helder, Rubinho, Fernando Viana e Leonan (Anápolis) | Bonifazi (Paysandu)


Cartão vermelho: Helder (Anápolis)


Gols: Juninho (13' 1ºT), Matheus Lagoa (48' 1ºT) e Leonan (29' 2ºT) | Juninho (46' 2ºT)


Anápolis: Ravel; Rubinho, Rafael Costa, Hélder e Leonan; Mila (Borim), Kauan Martins, Cássio Gabriel (Luís Felipe) e Juninho (Fernandinho); Fernando Viana (Gonzalo Fornale) e Matheus Lagoa (Giva). Téc.: Evaristo Piza.


Paysandu: Gabriel Mesquita; Edílson (Thalyson), Castro, Quintana e Bonifazi (Luciano Taboca); Pedro Henrique, Caio Mello (Enrico) e Marcinho; Thayllon (Juninho), Ítalo e Kleiton Pego (Lucas Cardoso). Téc.: Júnior Rocha.