Com Galeão e Congonhas, Aena passa a gerir 20% da malha aérea nacional

 

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Em um movimento que redesenha o mapa da infraestrutura aeroportuária brasileira, a gigante espanhola Aena levou o leilão de repactuação da concessão do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, com uma oferta agressiva de R$ 2,9 bilhões. A vitória não é apenas um incremento de portfólio, mas o fechamento de um arco estratégico: ao assumir o Galeão, terceiro terminal mais movimentado do país, a Aena passa a deter as chaves de duas das principais joias da aviação nacional, uma vez que já opera o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.