Com direito a coletiva de imprensa, clube espanhol apresenta, em tom bem-humorado, nova mascote que 'ninguém pediu'; veja vídeo

 

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O Celta de Vigo, da Espanha, anunciou a sua nova mascote oficial: a gaivota Chiño, em uma apresentação marcada pelo tom bem-humorado e repleta de brincadeiras com a burocracia esportiva. Segundo o clube, o “acordo” prevê a permanência da ave até o fim da atual temporada.

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“O Celta e a gaivota viguesa Chiño chegaram a um acordo para sua incorporação como nova mascote oficial do clube, vinculando-se à entidade celeste até o fim da presente temporada”, informou a equipe, destacando que o animal, natural das Ilhas Cíes, arquipélago na costa de Vigo, chega com a missão de estreitar a relação com os torcedores.

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De acordo com o comunicado, a escolha busca valorizar “especialmente sua autenticidade e essência viguesa, em uma incorporação que, embora não responda aos parâmetros habituais do mercado, contribui para enriquecer o projeto social e emocional do Celta.”

A apresentação incluiu até mesmo uma análise fictícia de desempenho, atribuída ao diretor de futebol da equipe, Marco Garcés. “É um ponta oportunista que se destaca por sua agilidade em situações imprevisíveis, uma notável habilidade no roubo de petiscos em terraços e grande potência no disparo biológico. Sinceramente, não tenho claro o que significa nada disso”, declarou.

A gaivota Chño, nova mascote do Celta de Vigo, da Espanha

Reprodução: Celta de Vigo

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O clube também elaborou uma trajetória simbólica para a nova mascote. “Ao longo de sua trajetória, desenvolveu uma carreira pouco convencional, mas constante, sendo frequente em ambientes costeiros de alta exigência e demonstrando grande adaptação a espaços urbanos.” Em tom igualmente descontraído, o próprio Chiño “falou” sobre o momento: “O importante é participar. Este primeiro registro na Previdência Social aos meus 36 anos é uma vitória para mim e para todas as da minha espécie”, declarou, emocionado e incrédulo ao mesmo tempo.

Chiño assume o posto deixado por Nocho e Celestino, mascotes do clube nos anos 1990, e teria assinado contrato até o fim da temporada em troca de pedaços de pão duro e um balde de sardinhas — detalhe que reforça o caráter simbólico e bem-humorado da iniciativa.

Por fim, o Celta deu as boas-vindas à nova mascote, demonstrando expectativa quanto ao seu papel dentro e fora de campo: o clube espera que sua presença traga proximidade, identidade e, “na medida do possível, certa profissionalidade em seu comportamento dentro e fora do terreno de jogo”.