Com 5 milhões de unidades no país, minicelulares se espalham pelas cadeias e desafiam autoridades

 

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O tamanho pode ser o de uma tampa de caneta ou um isqueiro. O peso, de 20 gramas, equivalente ao de uma pilha AA, é quase imperceptível. Celulares minúsculos, embora não tenham autorização para venda no Brasil, tornaram-se comuns em presídios do país, onde entram despercebidos e param facilmente nas mãos de bandidos encarcerados. A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) estima que o número de minitelefones circulando nacionalmente já se aproxima das 5 milhões de unidades — uma fração diante dos 270 milhões de aparelhos ativos convencionais, mas mais do que suficiente para desafiar autoridades carcerárias. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.