A Premier League voltou a quebrar seu próprio recorde de gastos em uma janela de transferências.
Os 20 clubes da primeira divisão inglesa desembolsaram cerca de 3,46 bilhões de libras (R$ 23,8 bilhões, na cotação atual) no mercado de verão, segundo levantamento divulgado pela Reuters.
O valor supera os mais de 3 bilhões de libras registrados no ano passado.
Somente nesta temporada, quatro das 11 contratações mais caras da história da Premier League foram realizadas, com Manchester City, Chelsea, Liverpool e Nottingham Forest envolvidos em negócios acima de 100 milhões de libras.
O Manchester City foi o clube que mais gastou no mercado, com 458 milhões de libras em contratações, sendo dois negócios que ultrapassaram a marca de 100 milhões — o argentino Enzo Fernández, do Chelsea, por 125 milhões e Elliot Anderson, do Nottingham Forest, por 116 milhões.
Além disso, outras duas negociações ultrapassaram a barreira dos 100 milhões de libras.
O Chelsea contratou Morgan Rogers, do Aston Villa, por 117 milhões, enquanto o Liverpool fechou com Bradley Barcola, do Paris Saint-Germain, por 107 milhões.
O Tottenham também estabeleceu seu novo recorde ao contratar Sandro Tonali, do Newcastle, em uma negociação que pode alcançar 100 milhões de libras.
A força financeira da Premier League também aparece no aumento das transferências entre os próprios clubes da competição.
Cerca de 38% dos negócios realizados nesta janela acontecem dentro da própria liga, ou seja, envolvendo equipes da primeira divisão inglesa.
Na última temporada, esse número foi de 30%.
O poder de investimento não ficou restrito aos clubes mais ricos da competição.
Segundo dados do Transfermarkt, os três promovidos — Ipswich, Coventry City e Hull City — gastaram, juntos, mais de 400 milhões de libras na preparação para a Premier League.
